sábado, 3 de março de 2012

Lana Del Rey - Born to Die (DeLuxe 2012)

O texto a seguir foi arrancado a fórceps da Wikipedia.


Elizabeth Grant, filha do milionário Rob Grant [pobre homem! - veja o link] nasceu em Nova Iorque em 1986, tendo crescido na cidade Lake Placid. Para dar início a sua transformação de Liza Grant para Del Rey, ela se mudou para Londres e passou 2010 tendo reuniões com o as gravadoras que recusaram seu trabalho. No início da sua carreira o seu representante escolheu o nome artístico Lana Del Rey, comentou Lana: Eu queria fazer parte de uma banda, mas o selo com o qual ele estava trabalhando e a equipe queria que eu fosse uma artista solo.

David Kahne
David Kahne [que sabe onde por o dedo!] produtor de Lana, já produziu álbuns de Paul McCartney, Regina Spektor e Kelly Clarkson, tendo elogiado as suas habilidades de voz e composição, dizendo que é um escritora inteligente, mas definitivamente com um ângulo muito poderoso sobre a imagem, o perfume da coisa que ela quer ser.

Lana foi aconselhada por um grupo de representantes e advogados durante cinco anos que buscavam o nome que melhor se adaptava a seu estilo musical. Lançou o EP chamado Kill Kill em 2009 sob o nome Lizzy Grant. Grava um álbum com uma pequena etiqueta com o produtor David Kahne, que foi vendido por um breve período antes de ser removido após o rótulo não poder mais promover o álbum.

Em 2 de setembro de 2010 juntamente com Ray Davies, Juliette Lewis e Klaus Voormann [aquele da capa do Revolver e baixista no Concert for Bangladesh, lembra?] grava, em Berlim, uma sessão MTV Unplugged com os Mando Diao [a banda é sueca]. O concerto foi transmitido na televisão e lançado em CD/DVD, no final de 2010. Lana é conhecida por adornar suas músicas e vídeos com um ato assustadoramente nostálgico pesado em temas americanos, incluindo imagens de surf, a ilha Coney Island e artistas como Frank Sinatra e Marilyn Monroe.

Klaus Voorman (e seu esboço da capa do album Revolver)
Mando Diao
A canção Video Games/Blue Jeans foi nomeada Best New Track pela Pitchfork Media e foi incluída na série de televisão Ringer. Seu single de estreia Video Games foi lançado pela gravadora Stranger Records em 10 de outubro de 2010 em vinil e formato digital no dia seguinte. Os ingressos para a apresentação de Del Rey em Londres se esgotaram em menos de meia hora.

O EP para os singles Video Games/Blue Jeans chegou à posição nº 5 no iTunes Albums Chart, apenas algumas horas após seu lançamento. Em 11 de outubro de 2011 apresentou Video Games ao vivo no Later with Jools Holland, seu primeiro show na televisão britânica. No dia 17 do mesmo mês, lançou o single na Grã-Bretanha.

A banda Bombay Bicycle Club fez um cover de Video Games no programa BBC Radio 1 Live LoungeKasabian cobriu a faixa posteriormente em 26 de outubro como parte da turnê Radio 1's Live Lounge Student.

O single Video Games foi incluído na trilha das séries Gossip Girl e The Only Way Is Essex e o tema Blue Jeans foi incluído na série Made in Chelsea.

Lana Del Rey enumerou como as suas influências artísticas: Allen Ginsberg, Elvis Presley, Britney Spears, Nina Simone, Nirvana, Leonard Cohen, Bob Dylan, The Beach Boys, Antony and the Johnsons e Kurt Cobain.

Lana del Rey - Born to Die (2012)


Músicas

01. Video Games
02. Born To Die
03. Blue Jeans
04. Off To The Races
05. Diet Mountain Dew
06. National Anthem
07. Dark Paradise
08. Radio
09. Carmen
10. Million Dollar Man
11. Summertime Sadness
12. This Is What Makes Us Girls

Como essa é a versão DeLuxe (ui, ui, ui), tem mais três:

13. Without You
14. Lokita
15. Lucky ones


Você encontrará uma letra densa em This Is What Makes Us Girls.
Ouça com atenção... NÃO CHORA, PÔRRA!!! Seja homem!!
Mesmo que você seja mulher... Não esmoreça. Tudo passa.

A tocadíssima Video Games, lembra-me as flutuantes canções do grupo Spiritualized, do Jason Pierce, como Ladies and Gentlemen We are Floating in Space, por exemplo, do álbum homônimo de 1997. Ou - melhor ainda -  Lord Let It Rain on Me, do álbum Amazin Grace, de 2001. Talvez devido ao andamento.

Taí um popzinho audível, Born to Die. A carinha da garota engana. Vozeirão tipo tô-nem-aí-e-me-traz-outra-dose. Ótimos arranjos. Nada de mais? Certamente (que 'concertêiza' já deu no saco!). Se não perder o rumo, ainda vem coisa melhor pela frente.

É como se diz: para morrer, basta estar vivo...


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3 comentários:

Delta9 disse...

http://www.mediafire.com/?axff51vif5bhtz7

Pedro P. disse...

Cara, qual a senha pra descompactar o CD?

Delta9 disse...

undiverso